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Ator Edson Celulari é diagnosticado com câncer, um linfoma não-Hodgkin

O ator Edson Celulari, de 58 anos, está com câncer, um linfoma de não-Hodgkin. A notícia foi revelada pela coluna de Ancelmo Gois, do jornal O Globo. Hoje, ele publicou uma foto em sua conta no Instagram, onde aparece careca.

Os linfomas se dividem em dois grupos:Hodgkin e não-Hodgkin. Ambos se diferenciam pelo tipo de célula linfática acometida e por alterações em nível molecular. O câncer que acomete o ator é o mais prevalente.

Uma das primeiras manifestações da doença é o aumento do volume dos gânglios linfáticos, principalmente, os do pescoço, axilas e virilha.  Segundo a hematologista Juliane Musacchio, alguns linfomas estão relacionados a quadros infecciosos.

Uma das informações mais impactantes sobre a doença, segundo a Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH), é o fato de 70% da população brasileira não saber o significado da palavra linfoma.  O tratamento pode incluir sessões de quimioterapia e radioterapia.  Quando descoberta no início,  há altas chances de cura, ainda de acordo com a ABHH.

O ator Reynaldo Gianecchini enfrentou a mesma doença, em 2011.

Ao jornal O Globo, o ator disse :” Reuni minhas forças, meus santos, um punhado de coragem, coloquei tudo numa sacola e estou indo cuidar de um linfoma não-Hodgkin. Foi um susto, mas estou bem e ao lado de pessoas amadas. Com determinação e fé, sairei deste tratamento ainda mais forte”.

No Twitter, na manhã desta segunda-feira, o nome do ator aparece entre os assuntos mais comentados do dia.

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Sobre Jaqueline Falcão

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Jornalista por paixão e formação, Jaqueline Falcão escreve sobre saúde desde 2001. Começou no Diário Popular como repórter, foi editora de Saúde do Diário de São Paulo. Depois, foi transferida para o jornal O Globo, sucursal São Paulo, onde permaneceu por 7 anos. A ideia de criar o "Página da Saúde", voltado para falar de tratamentos, descobertas da medicina, qualidade de vida, foi a vontade de ter mais liberdade para falar saúde em seus diversos aspectos para pessoas que cada vez mais buscam informação de credibilidade. E para isso está sempre em coletivas, seminários e congressos médicos para trazer as novidades. Na Europa e Estados Unidos, participou de coberturas em congressos e seminários sobre os temas tabagismo, câncer, esclerose múltipla, pesquisa clínica, saúde masculina, saúde feminina, depressão, vacinas e patentes. Entre os cursos e workshops na área de jornalismo de saúde, destaque para ressuscitação cardiopulmonar, infarto, câncer de pele, tabagismo, pesquisas clínicas no Brasil e no Mundo, lançamentos de novas classes de medicamentos, realizados em instituições como Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Sírio-Libanês, Hospital das Clínicas, Universidade de São Paulo, Unicamp, Tufts University (Boston - EUA), UC San Diego, Inter American Press Association (IAPA) e Massachusetts Institute of Technology (MIT).

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