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Até quem não fuma pode ter doença pulmonar obstrutiva crônica

Toda falta de ar deve ser investigada. A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), moléstia progressiva que dificulta a respiração, é semelhante à asma, mas é mais grave e pode piorar com o passar do tempo se não for tratadatempo.

A maioria dos casos têm como origem os danos casos por fumar. Mas existe uma pequena parcela que tem a doença sem nunca ter fumado. Sabia? Segundo o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH), uma em cada seis pessoas com DPOC nunca fumou.

Embora atualmente não exista uma cura para a DPOC, a detecção precoce pode reduzir a gravidade dos

sintomas.

A única forma de diagnosticar a DPOC precocemente é por meio de um teste simples, não invasivo,

chamado espirometria, no qual os pacientes expiram profundamente em um tubo conectado a uma

máquina que realiza uma leitura da função pulmonar.

A tosse, a falta de ar, o excesso de produção de escarro ou catarro e outros sinais de dificuldades respiratórias são bons indícios de que um médico deve ser consultado.

A exposição a gases, pós ou fumaças no local de trabalho  também são fatores de risco para a população.

Confira este material abaixo, que fala mais sobre a doença:

 

INFOGRAFIARESPIRATORIAPORT

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Sobre Jaqueline Falcão

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Jornalista por paixão e formação, Jaqueline Falcão escreve sobre saúde desde 2001. Começou no Diário Popular como repórter, foi editora de Saúde do Diário de São Paulo. Depois, foi transferida para o jornal O Globo, sucursal São Paulo, onde permaneceu por 7 anos. A ideia de criar o "Página da Saúde", voltado para falar de tratamentos, descobertas da medicina, qualidade de vida, foi a vontade de ter mais liberdade para falar saúde em seus diversos aspectos para pessoas que cada vez mais buscam informação de credibilidade. E para isso está sempre em coletivas, seminários e congressos médicos para trazer as novidades. Na Europa e Estados Unidos, participou de coberturas em congressos e seminários sobre os temas tabagismo, câncer, esclerose múltipla, pesquisa clínica, saúde masculina, saúde feminina, depressão, vacinas e patentes. Entre os cursos e workshops na área de jornalismo de saúde, destaque para ressuscitação cardiopulmonar, infarto, câncer de pele, tabagismo, pesquisas clínicas no Brasil e no Mundo, lançamentos de novas classes de medicamentos, realizados em instituições como Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Sírio-Libanês, Hospital das Clínicas, Universidade de São Paulo, Unicamp, Tufts University (Boston - EUA), UC San Diego, Inter American Press Association (IAPA) e Massachusetts Institute of Technology (MIT).

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