sexta-feira , outubro 20 2017
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Clínica cria ambiente para tirar pânico de pacientes durante ressonância magnética

Mesmo quem não tem fobia de lugares fechados, fazer um exame de ressonância magnética não é a melhor coisa do mundo, não é verdade? E se a pessoa sentir pânico de um ambiente fechado, o exame se torna uma verdadeira tortura e aqueles minutos vêm acompanhados de sensações de pavor, inquietação, angústia e até falta de ar. Muitas vezes, a pessoa não consegue concluir o exame.

Pensando nesses pacientes, a Nova Medicina Diagnóstica decidiu aliar um aparelho com os dois lados abertos e com um ambiente que ajuda a diminuir esse temor.

Segundo o  médico neurorradiologista Edson Amaro, as duas extremidades são abertas, o túnel tem uma circunferência mais ampla e curta que o tradicional.

“Além disso, os pacientes podem escolher diversas opções de músicas, inclusive rádio via internet, e caso seja necessário um acompanhante poderá assistir o procedimento. Também é importante enfatizar que o ruído é reduzido pela utilização de fones protetores e se o paciente, a qualquer momento, se sentir pouco à vontade dentro do aparelho, poderá avisar ao biomédico pressionando um botão, que propicia a comunicação com o profissional”, explica o especialista.

Para que as imagens sejam obtidas de maneira adequada é fundamental que o paciente consiga permanecer imóvel por alguns minutos. Uma das estratégias é apresentar o equipamento e possibilitar que a pessoa com claustrofobia converse com a equipe e se familiarize com o exame.

O equipamento causa impacto positivo por ter maior espaço interno.

Segundo o médico, as avaliações em que a cabeça precisa ficar no centro do aparelho são as que mais causam desconforto. Por exemplo, exames de articulação temporomandibular, orelhas internas e cérebro. Porém, depois dos primeiros minutos, é comum o paciente se acostumar com o ambiente e o constante diálogo com o biomédico torna a realização do procedimento mais tranquila e viável”, conclui.

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Sobre Jaqueline Falcão

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Jornalista por paixão e formação, Jaqueline Falcão escreve sobre saúde desde 2001. Começou no Diário Popular como repórter, foi editora de Saúde do Diário de São Paulo. Depois, foi transferida para o jornal O Globo, sucursal São Paulo, onde permaneceu por 7 anos. A ideia de criar o "Página da Saúde", voltado para falar de tratamentos, descobertas da medicina, qualidade de vida, foi a vontade de ter mais liberdade para falar saúde em seus diversos aspectos para pessoas que cada vez mais buscam informação de credibilidade. E para isso está sempre em coletivas, seminários e congressos médicos para trazer as novidades. Na Europa e Estados Unidos, participou de coberturas em congressos e seminários sobre os temas tabagismo, câncer, esclerose múltipla, pesquisa clínica, saúde masculina, saúde feminina, depressão, vacinas e patentes. Entre os cursos e workshops na área de jornalismo de saúde, destaque para ressuscitação cardiopulmonar, infarto, câncer de pele, tabagismo, pesquisas clínicas no Brasil e no Mundo, lançamentos de novas classes de medicamentos, realizados em instituições como Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Sírio-Libanês, Hospital das Clínicas, Universidade de São Paulo, Unicamp, Tufts University (Boston - EUA), UC San Diego, Inter American Press Association (IAPA) e Massachusetts Institute of Technology (MIT).

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