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Parceria entre Google e Einstein melhora buscas sobre saúde na internet

Quem nunca foi ao Google fazer uma busca sobre resultado de exames, doenças e formas de tratamento? Este hábito é comum. O problema é que nem sempre o conteúdo acessado é confiável.

Pensando nessa necessidade da sociedade, o Google e o Hospital Israelita Albert Einstein fecharam uma parceria para trabalhar esse problema. Já está no ar uma nova série de quadros com informações de altíssima qualidade a respeito das doenças mais buscadas pelos usuários do Google em todo o mundo. Esses novos quadros, devidamente revisados pelos médicos do Einstein, começarão a aparecer no topo dos resultados de busca, do lado direito do site.

Os quadros estrearam nos Estados Unidos, em inglês, em setembro. Em fevereiro, eles ganharam uma versão em espanhol. O Brasil é o segundo país a receber o serviço –nada mais justo, já que ele foi concebido bem aqui, no escritório de engenharia que a empresa mantém em Belo Horizonte.

“Tudo começou quando estudávamos buscas sobre saúde, que somam 5% de todas as buscas feitas no Google. Percebemos que, frequentemente, o material disponível na internet se focava em quadros mais graves e mais raros, deixando de lado os mais comuns –e, portanto, mais prováveis de atender à dúvida do usuário”, conta o engenheiro Frederico Quintão.

No Einstein, a proposta de parceria foi recebida de braços abertos.  “É um direito do paciente ter conhecimento sobre a sua condição e acessar informação de qualidade sobre doenças e sintomas. Para o Einstein, é mais uma ferramenta para a promoção de saúde na Sociedade”, diz o presidente do Hospital, Claudio Lottenberg.

Os novos resultados começam a aparecer aos usuários do Google progressivamente. Catapora, por exemplo, é um dos conteúdos publicados e vistos pelo blog.

 

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Sobre Jaqueline Falcão

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Jornalista por paixão e formação, Jaqueline Falcão escreve sobre saúde desde 2001. Começou no Diário Popular como repórter, foi editora de Saúde do Diário de São Paulo. Depois, foi transferida para o jornal O Globo, sucursal São Paulo, onde permaneceu por 7 anos. A ideia de criar o "Página da Saúde", voltado para falar de tratamentos, descobertas da medicina, qualidade de vida, foi a vontade de ter mais liberdade para falar saúde em seus diversos aspectos para pessoas que cada vez mais buscam informação de credibilidade. E para isso está sempre em coletivas, seminários e congressos médicos para trazer as novidades. Na Europa e Estados Unidos, participou de coberturas em congressos e seminários sobre os temas tabagismo, câncer, esclerose múltipla, pesquisa clínica, saúde masculina, saúde feminina, depressão, vacinas e patentes. Entre os cursos e workshops na área de jornalismo de saúde, destaque para ressuscitação cardiopulmonar, infarto, câncer de pele, tabagismo, pesquisas clínicas no Brasil e no Mundo, lançamentos de novas classes de medicamentos, realizados em instituições como Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Sírio-Libanês, Hospital das Clínicas, Universidade de São Paulo, Unicamp, Tufts University (Boston - EUA), UC San Diego, Inter American Press Association (IAPA) e Massachusetts Institute of Technology (MIT).

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