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Insulina ‘moderna’ é aprovada para tratar diabetes tipo 1 em crianças

Lançada em 2014 como a primeira  insulina com 42 horas de ação que ajuda a combater a tão temida hipoglicemia (níveis de glicose no sangue muito baixos), a degludeca (nas farmácias como Tresiba) agora pode ser utilizada em crianças com diabetes tipo 1. Surge então mais uma opção de tratamento, autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no Brasil.

Um estudo publicado no “Pediatric Diabetes” apontou eficácia e segurança na administração do medicamentos em crianças a partir de 1 ano. A mesma pesquisa revelou ainda que a insulina degludeca  contribuiu para reduzir os índices de hemoglobina glicadas e dos episódios de hipoglicemia – que pode causar desmaios e até levar ao coma.

A insulina é o hormônio produzido pelo pâncreas, que faz o transporte da glicose (açúcar) para o interior das células do nosso corpo, o que fornece a energia indispensável para seu funcionamento. Quando a pessoa tem diabetes tipo 1, o organismo não consegue mais produzir a substância, e o paciente precisa fazer aplicações — mais de uma — diárias de insulina para chegar ao nível adequado de glicose. A tipo 2, a mais comum, adquirida ao longo da vida, ocorre pela inexistência, insuficiência ou resistência à insulina.

Tresiba é fabricada pela farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk. Lembre-se: consulte sempre um médico!

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Sobre Jaqueline Falcão

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Jornalista por paixão e formação, Jaqueline Falcão escreve sobre saúde desde 2001. Começou no Diário Popular como repórter, foi editora de Saúde do Diário de São Paulo. Depois, foi transferida para o jornal O Globo, sucursal São Paulo, onde permaneceu por 7 anos. A ideia de criar o "Página da Saúde", voltado para falar de tratamentos, descobertas da medicina, qualidade de vida, foi a vontade de ter mais liberdade para falar saúde em seus diversos aspectos para pessoas que cada vez mais buscam informação de credibilidade. E para isso está sempre em coletivas, seminários e congressos médicos para trazer as novidades. Na Europa e Estados Unidos, participou de coberturas em congressos e seminários sobre os temas tabagismo, câncer, esclerose múltipla, pesquisa clínica, saúde masculina, saúde feminina, depressão, vacinas e patentes. Entre os cursos e workshops na área de jornalismo de saúde, destaque para ressuscitação cardiopulmonar, infarto, câncer de pele, tabagismo, pesquisas clínicas no Brasil e no Mundo, lançamentos de novas classes de medicamentos, realizados em instituições como Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Sírio-Libanês, Hospital das Clínicas, Universidade de São Paulo, Unicamp, Tufts University (Boston - EUA), UC San Diego, Inter American Press Association (IAPA) e Massachusetts Institute of Technology (MIT).

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