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Sintomas de doenças pesquisadas no Google ganham revisão de médicos do Einstein

dor no joelho após corrida (2)

 

 

Quem é que não vai procurar no Google o sintoma de uma dor, informações sobre alguma doença e até tenta interpretar o resultado de um exame de sangue?Somos uma maioria, sim. Para ajudar os pacientes a “consumirem” informações  mais seguras, em março do ano passado, o Google e o Hospital Israelita Albert Einstein lançaram projeto que trazia resultados curados e revisados pelo hospital quando as pessoas procurassem por doenças e condições. Agora, numa nova etapa vêm informações relevantes e confiáveis verificadas por médicos nas buscas realizadas por sintomas. E o melhor: desenvolvido para quem navega pelo celular.

Além da busca por sintomas, o Google e o Einstein também apresentam hoje painéis informativos para quando as pessoas buscarem sobre métodos contraceptivos. “A busca por informação de qualidade melhora a relação médico-paciente e traz eficiência para a consulta. Nada ainda substitui a consulta médica, mas um paciente ativo e consciente é o que buscamos para ter uma sociedade mais saudável”, afirma Sidney Klajner, presidente do Einstein e médico cirurgião.

Vale lembrar que uma em cada 20 pesquisas no Google são relacionadas à saúde.

“Depois da busca por doenças, era natural que passássemos a oferecer às pessoas esse mesmo resultado quando elas procurassem por sintomas, que é muito mais comum,” explica Berthier Ribeiro-Neto, diretor do Centro de Engenharia do Google na América Latina, em Belo Horizonte.

Ambos os lançamentos começam a ficar disponíveis a partir de hoje para os brasileiros nos dispositivos móveis pelo aplicativo do Google, para Android e para iOS. Os painéis sobre métodos contraceptivos também poderão ser visualizados no desktop.

Entre os sintomas mais procurados no Google no Brasil estão garganta inflamada, dor de cabeça, dos nas costas, dor no peito e taquicardia.

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Sobre Jaqueline Falcão

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Jornalista por paixão e formação, Jaqueline Falcão escreve sobre saúde desde 2001. Começou no Diário Popular como repórter, foi editora de Saúde do Diário de São Paulo. Depois, foi transferida para o jornal O Globo, sucursal São Paulo, onde permaneceu por 7 anos. A ideia de criar o "Página da Saúde", voltado para falar de tratamentos, descobertas da medicina, qualidade de vida, foi a vontade de ter mais liberdade para falar saúde em seus diversos aspectos para pessoas que cada vez mais buscam informação de credibilidade. E para isso está sempre em coletivas, seminários e congressos médicos para trazer as novidades. Na Europa e Estados Unidos, participou de coberturas em congressos e seminários sobre os temas tabagismo, câncer, esclerose múltipla, pesquisa clínica, saúde masculina, saúde feminina, depressão, vacinas e patentes. Entre os cursos e workshops na área de jornalismo de saúde, destaque para ressuscitação cardiopulmonar, infarto, câncer de pele, tabagismo, pesquisas clínicas no Brasil e no Mundo, lançamentos de novas classes de medicamentos, realizados em instituições como Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Sírio-Libanês, Hospital das Clínicas, Universidade de São Paulo, Unicamp, Tufts University (Boston - EUA), UC San Diego, Inter American Press Association (IAPA) e Massachusetts Institute of Technology (MIT).

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